12.8.10
Agora pode-se ser drogado sendo geek!
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1639261
É esperar que leake por aí e viro e-toxicodependente.
11.8.10
9.8.10
Mais um com 18 anos lá pelo meio? Sim.
Nunca fui de fazer festas/jantares/cenas aquando de aniversários, sempre achei que não tinha estatuto social suficiente para as fazer em piqueno nem paciência para convidar toda a gente e fazer jantares em crescido. Com isso em mente e sendo este ano os 18 (coisa que, como já referi, ainda não senti diferença nenhuma) queria mudar um bocadinho o habito dos meus anos -> estar em casa. Então passei o dia com os amigos com pila que interessam. Beats fodidos no pc e uma tarde simpática num 2 vs 2 na piscina. Pela noite jantou-se fora e tudo. Foi diferente do habitual, soube mais a aniversário, ainda que não dê importância à data, apenas ao que fazem por mim nesse dia. Podem dizer que é relativa hipocrisia como há no natal e essas coisas, mas se foda, sabe bem.
Coisa nova na minha experiência de aniversariante foi o festejo pré-dia 5 (vá, depois da meia-noite já é dia 5, mas ainda se vive com as energias do 4). Talvez o melhor momento que já tive num aniversário. Fui sair com o povo naturalmente como se faz todos os dias em tempos de férias, para um café habitual e cenas. Chega perto da meia noite e surpreendem-me com uma fatia de bolo (à simara, porque era gigante), velas e foguete e o cântico tradicional. Sinceramente não estava mesmo à espera de tal aparato na altura, mas soube pelo mundo e fez-me um bocadinho mais feliz, penso que para sempre. É bom saber que as pessoas estão dispostas a mostrar que gostam de nós em certas alturas. Só faltou lá o 50 cent a cantar o que todos estão a pensar.Este texto foi patrocinado por Clichés da Vida, mas que se lixe!
8.8.10
6.8.10
1. If you must drag them to a party, please don’t abandon them.
Don’t go rushing off to catch up with your other friends without including the introvert; the inny will die in a corner.
2. If they actually call and want to talk, listen!
These moments may not come often, since Innies usually work out their problems within their own brains, but that does not mean they are all Bella Swan “suffer in silence” types.
3. Realize that they do want to be alone sometimes.
They may have gone to that party, and even enjoyed it, but they burn out faster than you and need time to recharge alone. The assumption that all introverts are shy really bugs me. This is not always the case. They can be charming, tell jokes, and generally be the life of the party…but for a limited time only.
4. Skip the small talk.
Introverts are reflective beings and enjoy conversations about feelings and debating things like the ontological argument, and whatever interests they have. They can only tolerate chitchat with people they just met or haven’t seen for awhile. If you must tell them your entire jam-packed weekend in detail, check your inny friend for signs of consciousness periodically.
5. Introverts don’t hate people.
They just find them tiring.
6. Introverts are socially aware.
Yes, we are well-versed in social nuances, customs, and mannerisms; we just don’t implement them as frequently as extroverts do.
Descoberta gira do mês praí:
Essentially, the band's process of building from small blocks enables them to put endless variations on each basic section of their songs-- introducing a pulsing organ and a plaintive piano separately, for instance, and then heaving them together in multiple combinations later in the song. Even the vocals are, by and large, just another module to be played with, disappearing for minutes at a time and reemerging with choruses just as you begin to grow accustomed to their absence. Suffice to say, Menomena are a hugely creative band, and with I Am the Fun Blame Monster, they've managed to make an album that's extremely accessible yet entirely unconventional. The thing that drew me to the album in the first place was the crazy artwork, which features a flipbook of four photos and very little other information, save that the disc's title is an anagram for "the first Menomena album." It's just one more subtlety that exemplifies the depth of detail apparent on this record. — Joe Tangari, October 21, 2003 There's hardly a bolder statement you could make about your band's penchant for innovation than writing software specifically to aid your own distinctive compositional style. This is what Brent Knopf did; his program is called Deeler, and it allows his band, Menomena, to improvise short ideas and use them as the building blocks for broad, loop-based compositions which they then learn to play live. The method borrows most obviously from hip-hop and glitch, and you can pick up slight traces of both in the band's sound, but this music is distinctly pop-oriented, and reasonably traditional where its core melodies are concerned.
3.8.10
Ontem vi o Toy Story 3...
Acho muito lol agora que leio o cartaz dizer "Dos criadores de Nemo e UP". Percebo que dê jeito para atrair pequenada pós Toy Story 1 e 2, mas por outro o Toy Story 3 é mais um filme para os nostálgicos da minha idade do que para um publico novo que não conhece o que está para trás, pelo menos é o que acho e o que me pareceu mesmo na sala de cinema. Eu e os meus putos morremos a rir do inicio ao fim, um *.* de nostalgia nos olhos também esteve presente. Para a criançada é tudo mais um filme de bonecada, nem devem conseguir distinguir a Dreamworks da Pixar (infelizmente).O filme tem um único fail que é a voz do Rex ser outra pessoa. Win é o Buzz em espanhol, a sério, merece os 6€ e tal só por essa parte. Win é também os créditos, coisa que o Toy Story sempre me habituou a fazer, ver a cena até mesmo ao fim porque há sempre momentos épicos e desta vez não fugiu à regra. Pena não ter um bocadinho de outtakes como as cassetes dos outros dois filmes que têm mas ainda assim vale muito muito a pena. Acho que quem não conhecer o universo Toy Story fica kinda rendido porém penso e tenho praticamente a certeza que quem, como eu, for fanboy há mais de 10 anos e o Toy Story for um dos filmes da sua infância será muito recompensador e dará vontade de ir outra vez até ao cinema rever e rir de novo com tudo o que aparece. Para mim, é o menos conseguido dos 3 mas isso deve ser por ter quase 18 anos, não é. Agora vejo-os com outros olhos sendo que aos dois primeiros há sempre a componente nostalgica do filme em si para juntar à experiencia adulta do filme, coisa que com o 3 não dá. Mas vale demasiado a pena para deixar escapar isto das salas. É, sou merda a fazer review de filmes, mas apeteceu-me.

